sábado, 28 de março de 2009

aprenda a chamar a policia

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranqüilamente.
Liguei baixinho para a polícia informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.


Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma: Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardado em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse: Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi: Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.
Autor: Luís Fernando Veríssimo.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Não sei

“Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali.
Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje?
Se você responder “com certeza”… a sua área é Vendas:
O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é Marketing:
O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de Engenharia:
O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos Humanos:
Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”… você é da área de Contabilidade:
O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.
Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas”:
Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder “não sei”…
há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.
Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
Por quê?
Eu sinceramente “não sei”.
(Antonio Ermírio de Moraes - Revista Exame)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Como se dar bem em uma dinâmica de grupo

Hoje, grande parte das empresas incluem em seu processo de seleção de estagiários as chamadas dinâmicas de grupo. Essa ferramenta de identificação de possíveis talentos ajuda os gestores a perceberem o perfil dos candidatos, que são submetidos a uma situação estratégica, permitindo aos consultores analisar as reações e os comportamentos do indivíduo em relação ao grupo.
Como em todo processo de seleção, você será observado e analisado. Não sinta-se incomodado com isso e não deixe que essa situação interfira na sua atuação. Por isso, seguem algumas dicas para que você aumente suas chances de se dar bem em dinâmicas de grupo. São elas:
Boa apresentação pessoal - A primeira impressão conta muito. Por isso, vista-se adequadamente e de acordo com o segmento da empresa. Mas um item não pode ser deixado de lado: o conforto. No caso das mulheres, para quem não é acostumada a usar salto alto, por exemplo, a melhor opção é colocar um sapato baixo. Asseio e cuidados pessoais do tipo barba, cabelos e maquiagem bem cuidados somam pontos à primeira vista, perfumes, se usados, devem ser discretos. Não é educado fumar durante uma entrevista. Procure estar informado sobre as notícias do dia num jornal diário da sua cidade, é bastante comum elas fazerem parte da sua entrevista;
Iniciativa - Tenha sempre boas iniciativas e deixe isso transparecer durante os processos seletivos. Mas lembre-se, caso não seja esse o seu perfil, não force uma situação, pois você pode não se sair muito bem. De qualquer forma, nunca desista antes que o coordenador da atividade a encerre;
Criatividade - Frente às atividades propostas mostre-se criativo, mas não exagere para não fugir da idéia sugerida inicialmente. Criatividade é um dos pontos analisados em muitas dinâmicas e, por isso, caso tenha uma grande idéia faça com que ela se destaque;
Bom relacionamento com o grupo – É muito importante saber trabalhar em equipe e o candidato que possui esse perfil se diferencia dos outros. As empresas mais do que nunca contratam pessoas que saibam construir e manter bons relacionamentos. Caso você tenha perfil de liderança, assuma-o dentro do grupo, mas antes de tomar qualquer atitude observe e escute a todos do grupo. Lembre-se que o mais importante é ajudar a equipe a atingir a meta, independente da posição que ocupar nele; e
Conhecimento – Mantenha-se sempre atualizado sobre os acontecimentos mundiais, isso irá te ajudar. Para isso, recomendo leitura de veículos diários, sejam eles impressos ou on-line. A leitura regular de revistas especializadas do segmento em que pretende atuar representa um diferencial importante na hora de ficar antenado.
Alguns dos erros mais comuns em dinâmicas de grupo, como entrar mudo e sair calado, falar mal da antiga empresa e do último chefe ou manter conversas paralelas, podem ser evitados. Mas o principal e, mais grave, erro é fingir ser uma pessoa que você não é. Por que, caso seja contratado, a sua verdadeira personalidade será revelada e você sofrerá as consequências. Por isso, seja, acima de tudo, autêntico. Dessa forma irá sempre se sair bem e, ainda que a contratação não venha naquele momento, saiba que as pessoas poderão se lembrar de você em outras oportunidades.
Giuliano Bortoluci é Diretor de Comunicação do Site Estagiários.com, especializado no encontro dos melhores talentos e oportunidades de estágio para iniciar a carreira no mercado de trabalho. A empresa está há 10 anos no mercado e oferece todas as soluções online para emissão e impressão das documentações e formalizações jurídicas necessárias às contratações de estagiários, nos termos da Lei vigente.

sexta-feira, 20 de março de 2009

quinta-feira, 19 de março de 2009

Quando a relação azeda

José não fala com João, que brigou com Maria, que não aceita ordens de Sofia, que espalha fofocas pela empresa inteira... A famosa Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade, poderia sair exatamente assim – às avessas e sem nenhuma poesia -- se inspirada em alguns ambientes empresarias. E, acredite, não estamos exagerando. “Em certos lugares, as relações interpessoais são tão complicadas que quase todo mundo, mesmo sem saber, acaba contribuindo para piorar o quadro”, conta Rafael Chiuzi, coach executivo e professor de psicologia organizacional e do trabalho da Universidade Metodista de São Paulo. Mas, calma lá!, porque ainda é possível salvar esse relacionamento.
O primeiro passo é entender o que está acontecendo. Para isso, basta abrir os olhos e ouvidos, afinal, os sintomas da desarmonia são pra lá de evidentes. Quando uma equipe perdeu a sintonia ou dois colegas não se bicam, a comunicação, por exemplo, é logo afetada. Os diálogos são frios, secos e frequentemente levam a mal-entendidos. Para piorar, o estresse é constante, sobra mal-humor e falta paciência. “É comum as pessoas demonstrarem uma irritação generalizada, sem uma causa específica, e o que é dito, algumas vezes, mexe negativamente com o humor delas”, explica a psicóloga Clarissa de Franco, professora de pós-graduação em RH da Faculdade Anchieta, em São Paulo.
Se o problema está no chefe, um sintoma clássico é os funcionários deixarem de procurá-lo para esclarecerem dúvidas, fazerem sugestões ou trocarem ideias. E, se a fonte da desarmonia é um colega, podem ocorrer desde tensões e discussões esporádicas até, em casos extremos, divisões na equipe. “Nessas horas, é comum alguém começar a procurar outros colegas como testemunhas de que está agindo de um modo correto em relação a essa pessoa”, diz Clarissa. Esse, por sinal, é o primeiro indício de que uma guerra está a caminho. “Na verdade, o que se está buscando são aliados para uma possível 'batalha'”, alerta a psicóloga.
O poder do diálogo
Agora, imagine trabalhar, dia após dia, num clima de tensão e desarmonia. A parceria e a cooperatividade ficam logo comprometidas e os prejuízos se amontoam: prazos não são cumpridos, erros pipocam aqui e acolá e a criatividade desaparece. “Algumas pessoas ficam tão abaladas que levam o estresse e a irritação para casa, comprometendo outras esferas de suas vidas”, conta Rafael. Um dos clientes dele passou por isso e só percebeu que deveria buscar ajuda quando a família chiou. “Ele chegava em casa tão incomodado que já não conversava com a mulher nem com o filho”, diz o especialista.
A meta dos coaches e psicólogos é desvendar o que está por trás desses problemas. Um trabalho de detetive, diga-se de passagem. “Muitas vezes, a causa é mais profunda do que imaginamos e está no próprio currículo de algumas faculdades, especialmente aquelas mais focadas na técnica e que não investem em disciplinas de ciências humanas”, diz Rafael. Essa lacuna, segundo ele, aparece lá na frente, quando o profissional assume um posto de chefia e descobre que não sabe como delegar tarefas, como tratar os funcionários, como pedir um favor... Outro fator que leva à desarmonia é a arrogância de alguns profissionais, que minimizam a importância das relações humanas e não se esforçam para cooperar com os demais. Esses dão dor de cabeça aos colegas e, às vezes, só aceitam buscar ajuda quando a empresa exige. “Muitos vão se conscientizar de que há algo errado apenas quando a insatisfação da equipe é generalizada”, afirma Rafael.
A solução, qualquer que seja a causa do problema, começa pelo diálogo – muito diálogo, na verdade. Perguntar o que está errado, solicitar a cooperação de todos, abrir-se a sugestões, aceitar críticas, pedir desculpas... São infinitas as possibilidades abertas por uma franca conversa. “No entanto, é essencial estabelecer metas, muito claras e pontuais, e fazer um esforço para cumpri-las”, aconselha Rafael. E se, em algum momento, as coisas fugirem do controle, basta respirar fundo e lembrar que ninguém está livre de enfrentar desafios no ambiente de trabalho. O que importa é a disposição para tentar melhorar sempre.
Por Michelle Veronese - www.administradores.com.br

quarta-feira, 18 de março de 2009

Matrix

Quem tiver interesse, paciencia e banda larga, pode baixar o filme Matrix, que o Prof. e Pe. Edinei pediu, clicando no link abaixo.


http://baixalogofilmes.blogspot.com/2009/01/download-matrix-dublado_22.html


abraços

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Tira do dia

tirinha retira do site cyanide & happiness traduzidos...